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	<title>Eduardo Aroso Artigos</title>
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	<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:28:58 GMT</pubDate>
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		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description>1. Inês de Castro   só depois de morta reinou para sempre. E Portugal? Degolado pela                    inveja (última palavra de Os Lusíadas) no seu verdadeiro amor, não será também                        pátria, mito e arquétipo, só depois da fatalidade, ocorrida ou ainda a verificar-se?                     Ergamos-lhe o território sem delimitações de alma; o trono assente no                                      coração do povo; na representação dos hemiciclos, ou ciclos da verdade,                                     em   discussão universal. </description>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:28:58 GMT</pubDate>
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		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description>31 - Granitos da Beira-Alta: a vida é dura.    32 - Centros Comerciais: labirintos do efémero património.     33 - Quando Portugal fez a sua adesão à CEE, assinou o manifesto da sua   anticultura na sua contranatura. Não que o nosso país não seja europeu.   Todavia, aderindo ao centralismo do velho continente (hoje refém das   suas leis), negou assim Portugal a sua condição periférica, o mesmo é   dizer universal, e que teve desde sempre. Para se «cumprir», falta-lhe   realizar de novo a adesão à comunidade do mundo.     34 - «Não se deve limitar Deus», como insistia Agostinho da Silva. Podemos estar a diminuí-Lo ou negá-Lo junto de nós, para excessivamente afirmá-Lo no infinito.     35 - Importante é saber se pela pátria podemos continuar rumo ao universal; saber se temos barco, e se o barco leva a toda a parte. Já demos uma volta inteira. Façamos outra mais acima. Pode embarcar quem não tem os pés em nenhum cais, ou quem já chegou a todo o lado?</description>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:28:58 GMT</pubDate>
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