<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" ?>
<rss version="2.0">
<channel>
	<title>Eduardo Aroso Poesia</title>
	<link>http://ea_011.htm</link>
	<description></description>
	<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
	<generator>Web Easy by Avanquest Software</generator>

	<item>
		<title>A </title>
		<description>.                       .)</description>
		<link>http://ea_011.htm</link>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
		<author></author>
		<guid>http://ea_011.htm#1</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Solstício de Verão  </title>
		<description>ESPÍRITO PARÁCLITO    Queimam-me Língua de Fogo!    Sopra depois sobre as achas incendiadas    e espalha-as pelo mundo    para que a tua chama se propague!    Transforma-me em tuas brasas    para que eu queime também como tu queimas,    para que eu marque também como tu marcas!    Esfacela-me com tua tempestade,    Espírito violento e dulcíssimo,    e recompõe-me quando quiseres,    e cega-me para que os prodígios de Deus se realizem,    e ilumina-me para que tua glória se irradie!    Espírito, tu que és a boca de todas as sentenças,    toca-me para que os meus irmãos desconhecidos e  [longínquos e estranhos,    compreendam a minha fala para todos os ouvidos que criares!    Exceder-me-ei em meus limites,    crescerei em todas as distâncias,    serei a palavra transcendente, a profecia, a revelação   [e as realidades!    Devora-me, renova-me, ressurge-me em tua vontade criadora    diante da morte e diante do nada!    Aguça a minha intuição,    descansa em minhas pupilas,    agita a minha lentidão,    faze-me numeroso como tu,    cobre todo o meu corpo de pálpebras que espreitem todas [as latitudes e longitudes    e expectativas e anunciações e partos e concepções    e gerações e séculos de séculos!    Ressurgirei de todos os ventres    e voarei no sentido da perpetuidade sobre as águas e sobre as terras!    Desata-me Espírito Paráclito! Corta os meus laços,    sopra a terra que há sobre a minha sepultura!    Enche-me de tua verdade e sagra-me teu moderno apóstolo!    Amo como poeta a forma com que te apresentaste    à assembleia do Cenáculo!    E sinto a tua presença,    a tua aproximação, a tua unção sobre a minha alma!    Dá-me tua fecundidade sobrenatural,    tua heroicidade e tua luz!    Unge-me teu sacerdote,    teu soldado, teu vinho, teu pão,    tua semente, tuas perspectivas!    Espírito Paráclito, dedo da direita do Pai,    soergue as minhas pálpebras descidas e sopra sobre   [elas o teu hálito e tua essência!    Espírito Paráclito, amo-te, com os meus cinco sentidos,    com a minha imaginação,    com a minha memória e com os outros dons poéticos  [e proféticos e reconstituidores    que ultrapassam minha espessa matéria e meu espírito   [translúcido!    Sou teu ramo de oliveira que trazes dos dilúvios   [constantes  da humanidade    e cujo óleo ungirá os meus iguais e os desiguais do meu   [tamanho!    Espírito Paráclito, tu que és o único pássaro que desce   [sobre mim na minha noite untuosa,    fura os meus olhos para que eu veja mais,    para que eu penetre a unidade que tu és,    a liberdade que tu és,    a multiplicidade que tu és,    para eu subir da minha pequenez e me abater em ti!    JORGE DE LIMA    A Túnica Inconsútil. Obra Poética</description>
		<link>http://www.rosicrucian.com/zineen/magen512.htm</link>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
		<author></author>
		<guid>http://www.rosicrucian.com/zineen/magen512.htm#2</guid>
	</item>
	<item>
		<title>A </title>
		<description>Quem rega com amor não morre.  Rebentam flores.  Os frutos esplendem.  Rompe a semente  tecido vivo.    Quem rega com amor não morre.  Conhece o início  e os fins do tempo.    Quem rega com amor não morre.  Adianta-se à terra  e serve.    Ruy Cinatti </description>
		<link>http://ea_011.htm</link>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
		<author></author>
		<guid>http://ea_011.htm#3</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description>Guerreiro do Fim     (poema nascido para O Bar do Ossian)    Fecundou-se o mito,  Horizontes de nevoeiro.  Clama a alma num grito  O regresso do amor  Que venha ou não de espada,  Mas que seja guerreiro  Da santa guerra lavrada  Dor entre o não e o sim.   Mas será D. Sebastião  Ou Viriato do fim?    Eduardo Aroso  Viseu, 3-10-09 </description>
		<link>http://ea_011.htm</link>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
		<author></author>
		<guid>http://ea_011.htm#4</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Eduardo Aroso</title>
		<description>Bem-aventurados os injustiçados revoltados que, caindo no chão, farão com que alguns neles tropecem e exclamem:                                                                        Aqui há gente!</description>
		<link>index.html</link>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
		<author></author>
		<guid>index.html#5</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description>FLOR DA VIDA       Se levas na mão a tua rosa branca,    No mar da vida ela é o teu farol.    Rosa é pão, abundância tanta,    E nascendo da rosa o pão é sol.                            Eduardo  Aroso                        (Maio de 2009)</description>
		<link>http://ea_011.htm</link>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
		<author></author>
		<guid>http://ea_011.htm#6</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description>“O lugar onde se não morre está por toda a parte, por toda a parte onde haja homens que, pensando e imaginando, desceram tão profundamente dentro de si próprios que tocaram aquele ponto do espírito para o qual convergem por infinitos raios as várias esferas que definem a actividade dos outros homens”.                                   Agostinho da Silva</description>
		<link>http://ea_011.htm</link>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
		<author></author>
		<guid>http://ea_011.htm#7</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description>FESTA DA VIDA!    Apanhada de surpresa    Foi a morte na corrida.    Não podia durar mais    Onde existe sempre a Vida!      Vencia a morte nas trevas    Durante séculos e milénios.    Mas desde que Cristo veio    Ela não ganha mais prémios…      Falsa era ela para nós    Vulto negro e medonho;    Aqui e além-túmulo,    Fantasma dos nossos sonhos!      Cristo deu-nos a espada,    A do poder mais benigno.    Vencer o mundo é cá dentro    O nosso maior inimigo.       Assim é o nosso Salvador,  A Luz que é verdadeira.    A Graça acima da justiça,  Façamos nós a sementeira!                   Eduardo Aroso        Páscoa de 2009</description>
		<link>http://ea_011.htm</link>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
		<author></author>
		<guid>http://ea_011.htm#8</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Centro Rosacruz Max Heindel</title>
		<description>LAVA-PÉS              «…O que Eu estou a fazer tu não o entendes           por agora, mas hás-de compreendê-lo depois.»                                                 João, 13:7     Pois que o Senhor assim o disse,  Lavemos os pés uns aos outros.  Para que melhor amasse e servisse,  Curvou-se humildemente pouco a pouco.     Em baixo há o encontro ideal,  A raiz, caminho de vitória.  Na paz que atravessa o umbral  E leva à coroa de glória.     A ceia tão apetecida  Marca o gesto, ilumina a hora.  Mas quando a noite arrefece  O desejo é de ir embora.     Alguém vigia e permanece.  Mas como lavar hoje, Senhor,  Os pés na água que não nasce  Da tua fonte limpa do Amor?!                                   Eduardo Aroso                             Quaresma, 2009</description>
		<link>http://ea_011.htm</link>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:27:59 GMT</pubDate>
		<author></author>
		<guid>http://ea_011.htm#9</guid>
	</item>
</channel>
</rss>

